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Meu Planeta
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
PARTICIPE
Para os leitores que não estão de acordo com a implantação da Belo Monte, que não desejam financiar a destruição para a construção de tal, venha e participe conosco:

Manifestação contra Belo Monte reúne 2 mil em São Paulo
Cerca de 2 mil pessoas participaram neste domingo, 19, de uma manifestação contra Belo Monte na Avenida Paulista, em São Paulo. Organizado de forma descentralizada por várias entidades autônomas, como a Veddas e Revolução da Colher, o protesto, que começou por volta das 14h30min h na frente do Museu de Arte de São Paulo (MASP), durou mais de três horas e terminou com a noite já baixando sobre a cidade.
A participação de militantes com camisetas ou faixas de grandes ONGs ambientalistas, como Greenpeace, Instituto Socioambiental e S.O.S Mata Atlântica foi pequena frente a o grosso dos manifestantes que aderiu ao ato por convicções pessoais. Uma família de indígenas Kalapalo de Canarana (MT), quatro jovens Xavante de Barra do Garças (MT), dois Suruí de Cacoal (RO), três Guarani de São Paulo e dois Guajajaras, alguns de passagem pela capital paulista, outros estudantes, outros migrantes moradores, tomaram a dianteira na marcha que se seguiu à manifestação inicial no MASP e percorreu a avenida. “Estou aqui com meus filhos e meu neto para apoiar a luta contra Belo Monte. Minha aldeia fica perto da cabeceira do Xingu, e sabemos o desastre que significa a usina”, explicou o líder Kalapalo.
Apesar da animação dos participantes, que trouxeram apitos, tambores e pandeiros, e ocupavam as faixas de pedestre a cada sinal vermelho com cartazes, cantoria e palavras de ordem, a manifestação correu tranqüila e contou com auxilio da Policia Militar. A ansiedade de um manifestante que escalou a capota de um fusquinha no meio da avenida, atravancando o trânsito e causando descontentamento ao motorista, não chegou a se transformar em incidente. Nem o pequeno schnauzer, que acompanhava sua dona em meio ao tropel de pés vestindo uma “camiseta” branca com os dizeres “não a Belo Monte” em letras vermelhas, sofreu qualquer dano.
O protesto deste domingo na Paulista foi um recado claro ao governo, acredita a manifestante Sarah de Castro. “Não engolimos mais os crimes ambientais e sociais em nome do ‘desenvolvimento’. Não quero na minha casa uma energia gerada à custa de vidas alheias. O governo fique esperto: a população brasileira está acordando, não vai nos enganar com propagandas mentirosas e argumentos fajutos. Precisamos de energia para crescer? Muito bem, que o governo nos consulte sobre isso, porque queremos dizer que tipo de energia aceitamos e onde o governo pode ou não aplicar o nosso dinheiro”.
(Notícia retirada do Xingu Vivo para Sempre – http://xinguvivo.org.br)
Manifestantes contra Belo Monte deixam Paulista e Consolação
Grupo de ambientalistas protestou contra construção de usina no Pará.
Manifestação provocou lentidão na Paulista e em ruas próximas.
Manifestação provocou lentidão na Paulista e em ruas próximas.
Estudantes, indígenas e simpatizantes movimento Xingu Vivo para Sempre durante concentração para protesto contra a construção da Usina de Belo Monte, no vão do Museu de Arte de São Paulo (Masp) (Foto: Anderson Barbosa/ AE)
Terminou por volta das 18h deste sábado (17) a manifestação de estudantes, indígenas e simpatizantes do movimento Xingu Vivo para Sempre que ocuparam a Avenida Paulista e a Rua da Consolação em protesto contra a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará.
Os organizadores do protesto afirmam que o projeto ameaça a fauna e a flora do Parque Nacional do Xingu. A Norte Energia, responsável pela construção da usina, disse que manifestações como essa induzem as pessoas a acreditar em informações equivocadas e falsas.
"A Norte Energia respeita, como não poderia deixar de ser, a liberdade de expressão, uma vez que, felizmente, vivemos em um país livre e com sólidas instituições democráticas. Lamentamos que algumas manifestações, como essas organizadas pela internet, induzam algumas pessoas, felizmente muito poucas, a acreditarem em informações equivocadas ou falsas", diz a nota.
O grupo se concentrou no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp) e por volta das 16h ocupou três faixas da Paulista no sentido Consolação. A CET informou por volta das 18h que havia lentidão de 1,1 mil metros no sentido Consolação da Paulista. No momento, o grupo de manifestantes estava próximo da Rua Rego Freitas. Por volta das 20h50, eles se concentravam na Praça da República.
Os organizadores do protesto afirmam que o projeto ameaça a fauna e a flora do Parque Nacional do Xingu. A Norte Energia, responsável pela construção da usina, disse que manifestações como essa induzem as pessoas a acreditar em informações equivocadas e falsas.
"A Norte Energia respeita, como não poderia deixar de ser, a liberdade de expressão, uma vez que, felizmente, vivemos em um país livre e com sólidas instituições democráticas. Lamentamos que algumas manifestações, como essas organizadas pela internet, induzam algumas pessoas, felizmente muito poucas, a acreditarem em informações equivocadas ou falsas", diz a nota.
O grupo se concentrou no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp) e por volta das 16h ocupou três faixas da Paulista no sentido Consolação. A CET informou por volta das 18h que havia lentidão de 1,1 mil metros no sentido Consolação da Paulista. No momento, o grupo de manifestantes estava próximo da Rua Rego Freitas. Por volta das 20h50, eles se concentravam na Praça da República.
Mais cedo, manifestantes que se encontraram no vão livre do Museu de Arte de São Paulo para protestar contra a liberação das drogas se desentenderam com um pequeno grupo que defende a descriminalização da maconha. De acordo com a Polícia Militar, uma equipe chegou ao local a tempo de evitar problema. Não houve prisões.
(Notícia retirada do G1)
Coleta seletiva atingirá toda a cidade até março
Piracicaba irá contar, no primeiro trimestre de 2012, com coleta seletiva em toda a Zona Urbana, que possui 64 bairros. Hoje, o serviço existe em 27 bairros e recolhe entre 150 e 180 toneladas de recicláveis por mês. Só a cooperativa Reciclador Solidário reciclou quase 2.000 toneladas em 2010. Mas a estimativa é que 28 mil toneladas deixam de ser recolhidas pelo serviço público ao ano.
A coleta seletiva é feita com seis caminhões. Dois para atender empresas e quatro para coleta residencial. Para cobrir toda a cidade, a Sedema (Secretaria Municipal de Defesa do Meio Ambiente) solicitou a locação de dois novos caminhões gaiola, cuja homologação deverá ser concluída até o final de semana, e negocia com empresários para eles bancarem um caminhão próprio. Assim, segundo o secretário da Pasta, Rogério Vidal, continuariam dois para as empresas e sete para as casas. “Faremos também a racionalização do serviço, adequando percursos e toda a logística. Isso está praticamente pronto”, conta, lembrando que terão que ser contratados novos garis para efetuar o serviço.
A coleta seletiva é feita com seis caminhões. Dois para atender empresas e quatro para coleta residencial. Para cobrir toda a cidade, a Sedema (Secretaria Municipal de Defesa do Meio Ambiente) solicitou a locação de dois novos caminhões gaiola, cuja homologação deverá ser concluída até o final de semana, e negocia com empresários para eles bancarem um caminhão próprio. Assim, segundo o secretário da Pasta, Rogério Vidal, continuariam dois para as empresas e sete para as casas. “Faremos também a racionalização do serviço, adequando percursos e toda a logística. Isso está praticamente pronto”, conta, lembrando que terão que ser contratados novos garis para efetuar o serviço.
Bairros que já tem a coleta seletiva:
Nova América e Jardim Elite – segunda-feira
Jaraguá, Morato e Planalto – terça-feira
Piracicamirim e Jardim Camxambú – quarta-feira
Castelinho, Paulista e Glebas Califórnia – quinta-feira
Paulicéia – sexta-feiraNotícia adaptada do Jornal de Piracicaba (30/11/11)
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Fazendeiro francês transforma gás metano em energia.
Enquanto algumas pessoas querem terminar de destruir o nosso planeta, ainda existem pessoas dispostas a ajudar a salvar o que ainda resta. Leia essa reportagem na qual relata o que um fazendeiro ‘criou’ para ajudar o meio ambiente. Ele aproveitou o gás metano que é altamente poluidor ao meio ambiente e transformou em energia, capaz de iluminar 450 casas.
Fazendeiro francês transforma gás metano em energia.
As 70 vacas leiteiras da fazenda de Francis Claudepierre, na pequena cidade de Migneville, a cerca de 450 km de Paris, produzem, em média, 2.000 toneladas de cocô por ano. O material poderia ser simplesmente jogado fora, mas o fazendeiro está usando esse lixo para produzir energia elétrica suficiente para iluminar 450 casas e faturar R$ 35 mil (15 mil euros) por mês.
Claudepierre, que não fez faculdade e aprendeu a lidar com a terra na prática, instalou no local um sistema de "metanização", um processo natural que transforma a matéria orgânica (no caso do francês, são os dejetos de animais, cereais que não são próprios para consumo e resíduos de fábricas, como a Nestlé) em metano, um gás de potencial explosivo e que é apontado como um dos vilões do aquecimento global, mas também é uma fonte importante de energia. Ele não gasta nada com o resto do material necessário, já que o recebe de empresas que precisam eliminar os resíduos gerados na fabricação dos produtos.
Como funciona?
R: O "lixo" é colocado em uma espécie de batedeira e misturado. Por meio de canos, o material chega a uma cuba que é revestida por uma manta elástica feita com uma borracha muito parecida com aquela que é usada em câmaras de pneus - para mostrar a elasticidade, Claudepierre até subiu sobre o reservatório e brincou em uma espécie de cama elástica improvisada.
Lá dentro, essa massa passa por um processo de "digestão", feito por bactérias alojadas ali, que quebram as moléculas de matéria orgânica e as transformam em energias para si próprias e também em metano - algo que também acontece no estômago dos animais. O reservatório, chamado digestor, precisa trabalhar a temperaturas entre 37ºC e 40ºC e estar livre de oxigênio, já que as bactérias realizam seu trabalho em condições anaeróbias, ou seja, sem a presença dessa substância.
O gás é, então, usado para alimentar um gerador de energia elétrica, que é usada na própria fazenda e também vendida para a Électricité de France (EDF), empresa que é a maior produtora de eletricidade do país. A companhia paga uma quantia fixa de 15 mil euros por mês pela eletricidade, que sai da propriedade por cabos de alta tensão, mas se dispõe a oferecer mais dinheiro ao fim de cada ano se ficar provado que a produção ultrapassou as metas.
Lá dentro, essa massa passa por um processo de "digestão", feito por bactérias alojadas ali, que quebram as moléculas de matéria orgânica e as transformam em energias para si próprias e também em metano - algo que também acontece no estômago dos animais. O reservatório, chamado digestor, precisa trabalhar a temperaturas entre 37ºC e 40ºC e estar livre de oxigênio, já que as bactérias realizam seu trabalho em condições anaeróbias, ou seja, sem a presença dessa substância.
O gás é, então, usado para alimentar um gerador de energia elétrica, que é usada na própria fazenda e também vendida para a Électricité de France (EDF), empresa que é a maior produtora de eletricidade do país. A companhia paga uma quantia fixa de 15 mil euros por mês pela eletricidade, que sai da propriedade por cabos de alta tensão, mas se dispõe a oferecer mais dinheiro ao fim de cada ano se ficar provado que a produção ultrapassou as metas.
Esse processo também gera uma boa quantidade de calor, usado no aquecimento de prédios públicos e escolas da cidade de Migneville. Além disso, nos meses entre outubro e abril, quando faz muito frio na região, esse calor é usado para secar as pastagens da fazenda, por meio de máquinas, em um processo parecido com algo que as mulheres conhecem bem: o secador de cabelo.
Apesar do ganho, Claudepierre teve de suar a camisa para instalar o sistema. Além do investimento de R$ 2,1 milhões (900 mil euros), com 40% vindo de financiamentos do governo, a burocracia fez com que ele tivesse de esperar dois anos para receber a autorização para implantar a tecnologia e vender o serviço.
Apesar do ganho, Claudepierre teve de suar a camisa para instalar o sistema. Além do investimento de R$ 2,1 milhões (900 mil euros), com 40% vindo de financiamentos do governo, a burocracia fez com que ele tivesse de esperar dois anos para receber a autorização para implantar a tecnologia e vender o serviço.
R7 NOTÍCIAS - Felipe Maia – Reportagem Adaptada
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